Conheça as opções terapêuticas disponíveis para o controle da psoríase.
Aplicados diretamente na pele, são indicados para psoríase leve a moderada:
São os mais prescritos. Reduzem a inflamação, coceira e descamação. Variam em potência (leve a alta). Uso prolongado deve ser acompanhado pelo médico.
Calcipotriol e calcitriol. Regulam a multiplicação das células da pele. Podem ser combinados com corticoides para melhor resultado.
Essenciais no tratamento diário. Ajudam a manter a barreira cutânea, reduzem descamação e coceira. Usar sempre, mesmo em períodos de remissão.
Ácido salicílico (queratolítico), alcatrão de hulha, retinoides tópicos (tazaroteno) e inibidores de calcineurina para áreas sensíveis.
Uso controlado de luz ultravioleta para tratar lesões moderadas a graves:
Tratamento mais utilizado. Sessões 2-3x por semana. Eficaz e seguro.
Psoraleno + UVA. Para casos extensos. Requer medicamento fotossensibilizante.
Luz UVB focada. Ideal para lesões localizadas e resistentes.
Medicamentos orais ou injetáveis para casos moderados a graves:
Um dos mais usados mundialmente. Comprimidos semanais. Requer monitoramento hepático regular. Disponível no SUS.
Imunossupressor de ação rápida. Usado por período limitado (até 2 anos). Eficaz para crises intensas.
Retinoide oral. Indicado para psoríase pustulosa e eritrodérmica. Contraindicado na gravidez.
Inibidor da fosfodiesterase 4. Oral, com bom perfil de segurança. Opção para quem não pode usar imunossupressores.
A mais avançada classe de tratamentos, atuando em alvos específicos do sistema imunológico:
Os biológicos são disponibilizados pelo SUS para pacientes com psoríase moderada a grave que não responderam a tratamentos anteriores.
Adalimumabe, etanercepte, infliximabe. Bloqueiam o fator de necrose tumoral, reduzindo a inflamação.
Secuquinumabe, ixequizumabe. Alta eficácia, com respostas rápidas na limpeza das lesões.
Guselcumabe, risanquizumabe. Última geração, com aplicações a cada 2-3 meses após indução.
Ustequinumabe. Aplicação a cada 12 semanas. Perfil de segurança bem estabelecido.
Consulte sempre seu dermatologista. A ABRAPSE pode orientá-lo.
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